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Certificação por Competência

Método Prático que fará de você um Técnico em Informática Certificado no prazo de 15 dias, mesmo que você nunca tenha estudado em um curso da área.

O Certificado, na modalidade Certificação por Competência, pode ser obtido pela comprovação do conhecimento específico através de Declaração de Trabalho na área, somado a um trabalho específico simples (semelhante a uma redação) sobre o assunto enviado por e-mail.

 




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Uma das Maiores Escolas Especializada em Cursos de Informática do Brasil, formando Técnicos de Sucesso desde 2006.

 

Temos diversos ex-alunos que assumiram cargos públicos com nossos Certificados. Dentre vários,

podemos destacar servidores do Câmpus Porto Velho Zona Norte do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia, Exército Brasileiro, Prefeitura do Município de Itaguaçu – ES, Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” no Governo do Estado do Pará, Universidade Federal do Espírito Santo, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, entre outros.

Através desse curso, já transformamos a vida de mais de 2.500 alunos.

E hoje você tem esta única oportunidade de ser mais um desses transformados…

 

 

Alunos Amplamente Satisfeitos !

 

“…bem elaborado e distribuído, curti cada módulo, aprendi muito, coisas que eu achava que já dominava…”

Marlene da Silva Maximiano de Oliveira – Professora ETEC – S.P.

Esta modalidade é destinada para quem tem experiência na área e precisa de um Certificado.

Para os Cursos de Técnico em Informática, Analista de Suporte Técnico ou Técnico em Redes de Computadores.

Para obter o Certificado na modalidade Certificação por Competência, o aluno deve comprovar o conhecimento específico através de declaração de trabalho na área. 

A comprovação pode ser feita por uma declaração pode ser fornecida por uma empresa, caso trabalhe ou estagie na área, ou já tenha trabalhado ou estagiado.  Também é possível a comprovação por cópia de contrato de trabalho ou cópia da Carteira de Trabalho.

para quem trabalha por conta própria, mesmo que atendendo apenas parentes, vizinhos e amigos, a declaração pode ser de próprio punho, declarando sob penas da lei trabalhar como autônomo na área.

Além da comprovação de trabalho, será necessário o envio de um trabalho de 8 páginas,  semelhante a um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), conforme explicação que será enviada após a contratação do Serviço de Certificação por Competência.

 

Segundo a Wikipédia, Certificação por Competência é: “Certificação por competência é um sistema de avaliação que permite a profissionais que já atuam no mercado de trabalho serem reconhecidos, desde que atinjam as qualificações de acordo com um parâmetro estabelecido. Neste caso o solicitante pode, através de uma prova, obter um certificado

O Aluno da Certificação ganhará acesso ao nosso Curso Completo !

Veja só o Conteúdo que você vai ter acesso:

Módulo 1 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Introdução à Informatica e Digitação : Conceito, História relevância e uso. Digitação, teclas especiais e atalhos.

Módulo 2 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Sistemas Operacionais : Windows e Linux. Operação, configuração, virtualização, kernel e gerenciador de janelas, dispositivos de armazenamento de dados, multimídia, instalação e remoção de softwares, configuração de hardwares e registros. Intenet e e-mail.

Módulo 3 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Internet Aplicada : Definição, história, conceitos. Internet, protocolos, www, http, ftp, voip, hosts, modems, provedores, configuração e criação de conexões, navegação, buscas e serviços. Criação de um provedor.

Módulo 4 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Processadores de Texto : criação, gravação, impressão, formatação, exibição, símbolos, capitulação, tabulação, inserção de imagens e objetos. Trabalho com desenhos no processador de texto e artes. Tabelas, Assistentes, Cartas e Correspondências, Ferramentas.

Módulo 5 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Apresentações Gráficas : Uso, criação e montagem de slides e apresentações para Data-Show. Mestre, formatação, preenchimento, auto-conteúdo, modelos, cliparts e gallery, figuras, imagens desenhos e animação. Filmes, músicas, tabelas e gráficos.

Módulo 6 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Planilhas Eletrônicas : Uso, criação, gravação e formatação de planilhas. Fórmulas: Adição, subtração, multiplicação, divisão e exponenciação. Operações com células. Funções: Soma, máximo, mínimo, média, cont.num, somase, se, agora, ano, mês, dia, dia.da.semana, data, hoje, hora, minuto, segundo, cont.valores, contar.vazio, cont.se, combin, romano, pi, procH e procV. Gráficos, validação, analise de dados, imagens, recibos e formatação condicional.

Módulo 7 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Computação Gráfica : Formatos: GIF, JPEG, BITMAP, PNG, TIFF, EPF, PICT, PSD, AI e CDR. Imagem vetorial, gráficos vetoriais, pixels, resoluções e padrões RGB, CMYK, HSB e LAB. Estudos das cores. Desenhos vetoriais: figuras simples, linhas curvas, figuras geométricas. Efeitos sobre objetos, preenchimentos, contornos, preenchimentos interativos, transparência, agrupamento de objetos, duplicar e clonar, textos, textos artísticos, textos artísticos 3D, efeitos especiais, extrusão, perspectiva. Efeitos em Bitmaps, transformação e rastreio.

Módulo 8 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Web Designer : Objetivos, tópicos organização e navegação. Storyboard e diagramação. Tags, atributos e codificação HTML. Folhas de estilo (CSS). Formulários HMTL (Forms) e Entrada de dados (Input). Javascript e PHP. Servidor FTP, cliente FTP e Servidores de Hospedagem. XHTML. DreamWeaver: uso, conceitos e ferramentas. Textos, forms, objetos, imagens, links, âncoras, Attach External Style Sheet e frames.

Módulo 9 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Manutenção e Montagem de Micros : Estudo do Hardware. Noções de eletricidade e eletrônica, processadores, memórias, slots, soquetes, alimentação, bios, bateria, chipset, dispositivos de armazenamento, monitores CRT e LCD. Estudo detalhado de processadores: clock, família, bits, Cache 1 e 2, data prefetch, TLB, arquitetura, nanotecnologia, Hyper Transport, MMX, SSE, SSE2, SSE3, núcleos, Dual, Duo, Inteligent Power Capability. Montagem, manutenção e configuração. Configuração do CMOS Setup, Instalação e Configuração de Sistemas Operacionais. Particionamento de Drives, Manutenção Preventiva e Corretiva.

Módulo 10 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Estudo do Novo Sistema Operacional Microsoft Windows 10. Atualizar o PC para o Windows 10. Personalização, Interação Web, Aplicativos, Aprimoramento de Fotos, Prompt de Comando, Windows Dfeneder, Mode de Segurança e Restauração do Sistema.

Módulo 11 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

Banco de Dados – Introdução e Conceito; Elementos Básicos, Chave Primária, Chave Estrangeira e Chave Candidata; Tabelas e Campos; Máscara de Entrada; Inserção de Registros; Relacionamentos; Consultas e Formulários.

Módulo 12 do Curso de Tecnico de Informatica Online – Totalmente à Distância:

WebMaster Avançado – Mobile Friendly e Search Engine Optimization: Novo Módulo de 2018. Novidade entre cursos de Tecnico de Informatica ! Um dos cursos mais procurados no Google por profissionais do Brasil inteiro no final de 2017 ! EXCLUSIVO para nossos alunos ! Como identificar se o site é compatível com dispositivos móveis com uso de ferramentas. Tornar um site adaptável com dispositivos móveis por meio de plataformas. SEO – Introdução e Conceito. Otimização Onpage e Off Page. Dicas e Estratégias.

 

O Melhor Conteúdo à sua disposição. Apenas um trabalho (uma pesquisa na Internet) e você conquista seu Certificado em 15 dias !




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Vários ex-alunos em Cargos Públicos. Veja algumas Publicações:

 

Principais dúvidas e perguntas que recebemos:

 

O que é preciso para ter direito a cursar essa modalidade “Certificação por Competência” ?

Apenas uma comprovação de trabalho na área, conforme explicado acima (comprovar o conhecimento específico através de declaração de trabalho na área).

 

O Certificado da Certificação por Competência é diferente ?

Não. O Certificado da Certificação por Competência é igual aos Certificados do Curso na Modalidade Regular.

 

Posso terminar em menos de 15 dias ?

Sim. Você pode terminar em menos de 15 dias, mas, o sistema só libera o direito ao Certificado após 15 dias da contratação do serviço.

 

Qual o Passo a Passo para realizar o Curso Acelerado ?

Você adquire o serviço pelo Botão Abaixo, ou qualquer outro igual nessa página, pagando pelo Paypal por Cartão de Crédito, ou entra em contato com o Setor Financeiro pelo e-mail arth.financeiro@gmail.com para solicitar outra opção de pagamento.




 

Depois de adquirir o serviço você vai receber as instruções para se cadastrar no site de estudos, códigos de acesso aos módulos e o detalhamento sobre a pesquisa de 8 páginas que deve ser feita e enviada através do próprio site de estudos.

Quanto tempo terei acesso ao conteúdo ?

Você poderá acessar o conteúdo e todas atualizações até que a sua turma seja encerrada. Garantimos no mínimo 1 ano de acesso. Se nesse prazo sua turma for encerrada, você poderá acessar o site de estudos de uma nova turma.

 

Esse método Certificação por Competência realmente existe, ou é uma invenção da Arth Informática ? Tem normas ? É válida no Brasil ?

No Brasil as normas que tratam da formação por competência são os dispositivos do Art. 41 da Lei Nº 9.394/1996, o Parecer CNE/CEB 16/1999 e Parecer CNE/CEB 40/2004.

As avaliações geralmente não são apenas pelos conhecimentos teóricos mas também poderá ser avaliado habilidades, atitudes e valores necessários para as atividades profissionais e sociais requeridas pela natureza do trabalho e para o convívio em sociedade.

Nesse processo de certificação, de acordo com o projeto da Organização dos Estados Americanos (OEA), a avaliação das competências não é apenas a verificação de conteúdos e conhecimentos da pessoa, mas a capacidade do uso desses em situações concretas na vida profissional.

O governo Brasileiro criou uma rede chamada CERTIFIC que é uma política pública de inclusão social. Ela está sendo implementada pelo Ministério da Educação – MEC e pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, principalmente através do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.

Referências

↑ http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm
↑ http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pceb20_05.pdf
↑ http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pceb040_04.pdf
↑ Rede Nacional de Certificação Profissional e Formação Inicial e Continuada – Rede CERTIFIC”

Mais Informações:

A ‘certificação por competências’ é um aperfeiçoamento da certificação ocupacional, que surge como um projeto do Centro Interamericano de Investigação e Documentação sobre Formação Profissional da Organização Internacional do Trabalho (Cinterfor/OIT), seguido por diversas iniciativas levadas a cabo em vários países, como resultado do deslocamento do conceito de qualificação para a noção de competência. A idéia central em ambos os casos é distanciar a certificação da concepção acadêmica de credencial, obtida ao concluir estudos com êxito demonstrado por meio de provas, e aproximá-la da descrição de capacidades profissionais reais do trabalhador, independentemente da forma como ele as tenha adquirido. Assim, a ‘certificação de competências’ profissionais pode ser realizada pela instituição de formação profissional em que se tenha cursado programas de formação profissional ou por um organismo criado especialmente para certificar essas competências.

A ‘certificação de competências’ passa a adquirir um valor relacionado com a chamada ‘empregabilidade’ pelo fato de se referir a competências de base ampla, normalizadas em sistemas que facilitem a transferibilidade dos trabalhadores entre diferentes contextos ocupacionais. Admite-se, também, sob a égide da formação continuada e permanente, que o certificado tenha validade limitada, de modo que o trabalhador deva atualizá-lo permanentemente em face do avanço científico-tecnológico. O certificado de competência é expedido com base em normas de competência (ver verbete Avaliação por Competências). Por se referirem a funções produtivas reais, os certificados podem abranger unidades de competências diferentes, de modo que o trabalhador acumule certificados de sucessivas unidades de competência nas quais tenha demonstrado domínio. Acredita-se que, assim, ele pode incrementar suas possibilidades de promoção e de mobilidade profissional. Dependendo da configuração do sistema, um conjunto de certificados que corresponda à totalidade das unidades de competência, correspondente, por sua vez, a uma função, pode receber equivalência à respectiva qualificação.

Um sistema de ‘certificação de competências’ pressupõe a atuação em duas dimensões. De um lado, os componentes institucionais; de outro, os componentes técnicos. Os primeiros referem-se aos diferentes sujeitos sociais que cumprem papéis em diversos níveis. Os segundos são as diferentes fases a se desenvolver no processo de certificação.

Os componentes institucionais dividem-se em três níveis: a direção do sistema, o nível executivo setorial e o nível operativo. O nível diretivo gera acordos necessários para estabelecer a estrutura do sistema; isto é, é responsável pela elaboração da base institucional e do referencial legal. Conta com a representação dos trabalhadores e dos setores empresarial e governamental. O nível setorial é de caráter executivo e é conformado pelos empresários e trabalhadores de um setor ocupacional específico. É nesse nível que se processam a investigação das competências e as respectivas normas sobre as quais se certifica. No nível operativo, figuram as instituições dedicadas à certificação e à formação dos candidatos à certificação.

Um sistema dessa natureza pressupõe que as instituições formadoras desenvolvam seus currículos a partir das normas de competências estabelecidas e institucionalizadas. As entidades certificadoras, por sua vez, encarregam-se de estabelecer que um trabalhador aspirante à certificação é ou não competente. Para isto, desenvolvem os instrumentos de avaliação. Nesse quadro, discute-se sobre a pertinência ou não de a instituição que forma também poder certificar. Algumas visões entendem que isto configura uma maior independência da avaliação e confere à idéia de certificação uma identidade mais clara, separando-a da titulação que se pode obter ao fim de uma ação formativa. Por fim, seria coerente com o princípio segundo o qual a certificação pode ocorrer independentemente de como e onde se aprendeu. Outras visões, particularmente aquelas em que a competência, muito mais do que reconfigurar toda a base da formação profissional, atua como uma nova linguagem entre os sujeitos sociais, consideram que essa separação é inócua, quando não indesejável.

Os componentes técnicos do sistema de certificação são os seguintes: as metodologias de investigação de competências (ver verbete Currículo por Competências), as normas de competências (ver verbete Avaliação por Competências), a formação por competência (ver verbete Currículo por Competências) e a avaliação das competências. Discute-se, ainda, sobre a validade dos certificados e sua coerência com o quadro formalizado da divisão técnica e social do trabalho, normalmente explicitadas em termos de grades de classificação ou catálogos de ocupações. A implantação de um sistema desse tipo acaba exigindo que se reformule e se atualize essa classificação. Este procedimento pode ser formal e pouco perturbador ou compreender mudanças significativas, tanto no plano operacional quanto conceitual. Neste último caso, pode vir a se materializar nos códigos das profissões e do exercício do trabalho. A noção de competência como ordenadora da gestão do trabalho acaba se concretizando na medida em que consegue promover reconfigurações materiais também nos processos formativos.

No Brasil, a instituição da ‘certificação de competências’ foi introduzida pelo Decreto n. 2.208/97, com finalidades mais voltadas para o sistema educacional do que para as relações de trabalho. A determinação, nesse sentido, exigia que os sistemas federal e estaduais de ensino implementassem, por meio de exames, a ‘certificação de competências’, que possibilitaria tanto a dispensa de disciplinas e módulos em cursos de habilitação do ensino técnico quanto a equivalência entre o conjunto de certificados de competência e respectivas disciplinas e/ou módulos que integram uma habilitação, conferindo o diploma correspondente. Tal determinação teve como base o artigo 41 da Lei n. 9.396/96 (LDB), que reconhece a possibilidade de avaliar, reconhecer e certificar, para prosseguimento ou conclusão de estudos, o conhecimento adquirido na educação profissional, inclusive no trabalho. Sob esta ótica, a ‘certificação de competências’ torna-se-ia um instrumento a mais na estrutura da educação profissional, mas não eliminaria ou substituiria os títulos relativos às qualificações profissionais.

Argumentos a favor da ‘certificação de competências’ são apresentados em duas perspectivas. Sob a primeira, destaca-se a importância de valorizar a experiência profissional e o autodidatismo dos trabalhadores, considerado como um potencial humano que tem permanecido oculto e que precisa ser adequadamente identificado, avaliado, reconhecido, aproveitado e certificado (Parecer CEB/CNE, n. 17/97). Sob a segunda perspectiva, a ‘certificação de competências’ permitiria tanto um atendimento mais flexível e rápido das necessidades do mercado de trabalho quanto uma constante atualização de perfis profissionais e respectivas formas de avaliação de competências em face das constantes inovações tecnológicas e organizacionais do mundo do trabalho. Com base nesses argumentos, a ‘certificação de competências’ constituiria mais um instrumento para a democratização da educação profissional, por abrir possibilidades de formação inicial, continuada e técnica de trabalhadores, empregados ou não. A certificação complementaria e, em determinados casos, dispensaria, freqüência a cursos e programas de educação profissional. Por outro lado, o reconhecimento do saber tácito do trabalhador corresponderia a um direito importante no âmbito da educação de jovens e adultos trabalhadores.

A Resolução CNE/CEB n. 4, de 1999, em seu artigo 16, disciplinou que o MEC, em conjunto aos demais órgãos federais das áreas pertinentes, ouvido o Conselho Nacional de Educação, organizaria um sistema nacional de certificação profissional baseado em competências. Previa, ainda, que desse sistema participariam representantes dos trabalhadores, dos empregadores e da comunidade educacional.

A institucionalização de um sistema de certificação profissional exige um debate aprofundado sobre a ameaça de este se constituir como um dispositivo não democrático, mas sim excludente para os trabalhadores. De fato, uma das referências teórico-metodológicas de um sistema desta natureza visa gerar novos instrumentos técnicos com uma funcionalidade voltada para resolver problemas de competitividade, oportunidades e hierarquias sociais, desvalorizando os títulos profissionais em nome de competências flexíveis e renováveis permanentemente. Neste caso, a certificação não proporcionaria o reconhecimento dos conhecimentos dos trabalhadores, assegurando-lhes o direito ao acesso ao sistema educacional e à negociação trabalhista a partir de seus saberes. Ao contrário, os certificados corresponderiam a mecanismos de classificação, seleção e exclusão do mercado de trabalho.

Sobre os Cursos de Informática, o MEC e a validade dos mesmos:

As Profissões de Informática são reconhecidas mas não regulamentadas, o que torna o exercício da profissão e seu aprendizado livre dentro da realidade atual brasileira (apesar das diversas tentativas de restringir a oferta de cursos e do trabalho na área) conforme alerta o próprio Procon: “Esses cursos não possuem regulamentação específica, sendo importante ressaltar que não há qualquer fiscalização pelas Secretarias de Educação (Estaduais e Municipais) ou MEC (Ministério da Educação e Cultura).”, publicado no site do Procon em http://www.procon.sp.gov.br/texto.asp?id=726, e conforme pode ser visto em afirmação do prórpio MEC ao Ministério Público Federal que afirma que “O ministério informou que não possui atribuição para autorizar ou reconhecer cursos técnicos de nível médio.”, publicado no site do Ministério Público Federal em https://mpf.jusbrasil.com.br/noticias/2477159/mpf-sp-move-acao-contra-a-microcamp-por-propaganda-enganosa




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Arth Informática ThC

CNPJ: 10.504.971/0001-22 – Inscrição Municipal: 17.202-3

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